sexta-feira, 19 de maio de 2017

A Bela e Fera



Prepare a pipoca, o refrigerante e os lencinhos (muitos) para assistir a Live Action de “A Bela e a Fera”. O filme que foi lançado recentemente é ideal para quem gosta de romance, musical e claro da Disney.

          O filme é extremamente fiel a animação de 1991, mas houveram algumas mudanças, que deixaram o filme melhor. Por exemplo, a troca de alguns personagens caucasianos por atores negros, para muitos pode não parecer muita coisa, mas essas mudanças deixam claras as intenções do diretor em dizer não ao racismo. Segundo, a personagem de Bela, que no filme é interpretada por Emma Watson, segue a linha de pensamento da atriz, que dá a personagem uma maior liberdade e força. Por último e mais importante, o filme traz a questão da homossexualidade, que é tratada de uma forma delicada e sem preconceitos.

Outro ponto forte foi a escolha do elenco, que parece ter sido feita a dedo. Os atores são extremamente parecidos fisicamente com os personagens originais, o que mais impressionou foi o ator Luke Evans que, além de trazer toda a personalidade duvidosa, ficou idêntico ao personagem Gaston. O ator Dan Stevens também surpreendeu com a similaridade com o príncipe Adam enquanto pessoa, porém o ator poderia ter sido melhor aproveitado em algumas cenas, mas isso não acaba em nada com a magia do filme.

Magia que por sinal traz momentos lindos, principalmente, quando o assunto são os objetos mágicos do castelo e suas cenas musicais, que relembram brilhantemente o original. Os objetos mágicos dessa vez têm uma maior força consigo, dando a eles uma maior importância.

Mas como já dito, prepare os lencinhos, pois é quase certeza que irá chorar. Os momentos de emoção são lindos, principalmente por serem com personagens tão queridos.

Infelizmente, nem tudo são rosas, o filme tem sim pontos negativos, o que mais marcou foi o fato da Disney ter optado por usar efeitos especiais na caracterização da Fera e não maquiagem, com certeza o estúdio tem profissionais capazes de fazer uma maquiagem digna de Fera.

Mas saiba que vale sim a pena assistir o filme, para os Disney maníacos é mais uma oportunidade de aproveitar toda a mágica do estúdio.

O Brasil realmente aceita os homossexuais?



O Brasil não é um país homofóbico. No Brasil, não tem problema ser gay. É um país liberal. Lá tem a maior parada gay do mundo. Tenho certeza que já deve ter escutado ao menos uma dessas frases. Mas, será que o Brasil realmente aceita os homossexuais? No meu ponto de vista, NÃO. O Brasil é sim um país homofóbico. O governo até podem ser a favor deles, mas não a sociedade.

Se pegarmos o dicionário, homofobia vai ter caracterizada como “Repulsão aos homossexuais. Geralmente, demonstrado através de violência física e/ou verbal”. Ou seja, expressões como “Tão lindo, pena que é gay”, “Ninguém precisa saber que você é gay”, ou ainda “Não tenho preconceito, tenha até amigos que são gays”, são sim uma forma de preconceito.

Segundo dados de 2016 do jornal norte americano “New York Times”, houve 1,6 mil assassinatos por homofobia no Brasil em um período de quatro anos e meio, representando quase um assassinato por dia. Isso claro, não contando os casos que não foram denunciados e as pessoas que simplesmente desapareceram. No site “Homofobia Mata”, já estão contabilizadas quase 60 mortes e ainda estamos em fevereiro de 2017.

Os maiores problemas em minha opinião são questões familiares e a religião. As pessoas pensam que as famílias aceitam sem problemas, um filho, uma filha homossexual, mas a verdade não bem essa. No início de janeiro, Itaberli Lorenzo de 17 anos, foi morto e teve o corpo queimado, o assassino, a própria mãe. A religião também é problemática, vendo que a bancada política religiosa é abertamente contra a comunidade LGBT. Mesmo com a maior autoridade da igreja católica, o Papa Francisco, ter dito que os homossexuais merecem respeito, não é isso que acontece.

Como citei no início do texto, o governo se esforça, o Brasil foi o primeiro país da América Latina a aprovar o casamento entre pessoas do mesmo sexo, além de ser um dos primeiros a liberar a adoção de criação por casais homoafetivos. O país também disponibiliza medicação para soros positivos.

Mas de nada adianta o governo fazer tudo isso, se a população não mudar. Em 2015 a “Hello Research” realizou uma pesquisa, o resultado não poderia ser pior, dos mil entrevistados, 49% se disseram contra o casamento gay. É como se invés de evoluir a sociedade brasileira estivesse regressando no tempo. Ninguém é melhor do que ninguém apenas por ser hetero. Opção sexual não define caráter.

Um dos maiores discursos homofóbico é que gays não podem constituir uma família. Bem, se for pensar dentro da caixinha que a sociedade criou isso com certeza é verdade, mas a realidade não é bem assim. Eles podem sim formar família, não é só homem, mulher e filho. Família é amor, carinho e afeto. Não é porque eles não podem ter um filho próprio, que não podem adotar, hoje existem mais pessoas interessadas em adotar uma criança do que crianças na fila de adoção.

Como deu para perceber o Brasil vive atrás de uma máscara. Isso acontece porque vivemos em uma eterna espiral do silêncio, ninguém vai sair por aí batendo no peito e falando “Sou homofóbico”, há leis contra isso, e ninguém quer ir preso. Mas, sempre há um momento que essas pessoas vão agir e é aí que acontecem os assassinatos e demonstrações de repúdio.

A única forma de mudar esse e outros pensamentos retrógados é a partir de uma reeducação da sociedade. Ninguém dorme hetero e acorda gay. E é isso que as pessoas precisam aprender, não é uma escolha, é uma pessoa simplesmente sendo ela mesma. E como todo ser humano eles merecem respeito. Não é matando, xingando ou humilhando os homossexuais que eles vão se tornar héteros.

Por fim, digo que a sociedade brasileira não está pronta para aceitar umas as outras. Essa mudança só vai acontecer quando eles perceberem que assim como os héteros os gays também são pessoas que apenas querem poder amar.

Dizem ser o mesmo “Deus”. Será o mesmo amor?


A intolerância independente de qual seja, já existe há muitos anos. Uma das intolerâncias cometidas por um ser “racional” já foi expressa até mesmo com “Jesus Cristo”, o qual passou por diversas situações na terra, onde ele e seus seguidores cristãos eram perseguidos por judeus e pagãos.  Por que não respeitar a religião do próximo? Se o primeiro mandamento da Bíblia universal é “Amar a Deus acima de todas as coisas” sendo que, muitos dizem ser o mesmo “Deus”.

A intolerância religiosa tem o maior numero de mortes no mundo. No Brasil, já foram registrados 504 casos no período entre os anos de 2011 a 2014, esse número teve o aumento de 12% em um ano. Os casos de violência por esses motivos acabam refletindo em uma sociedade sem preceitos, qual querem ter razão a ponto de não aceitar a opinião do próximo, mas, querer impor a sua crença ao outro.

Segundo dados do IBGE, 166 milhões de brasileiros são cristãos, e apenas 29% da população evangélicos.  O número de templos e igrejas aumenta a cada dia, a cada duas quadras é possível encontrar uma igreja. Se considerarmos a quantidade de entidades e “fiéis” os casos de intolerâncias deveriam ser raros.  Independente da religião as igrejas pregam por amor e fé. E o que é mais refletido na sociedade, é o rancor e o ódio.

As religiões do Umbanda e o Candomblé são mais afetadas por gamas de repugnâncias, e discursos de ódio. Por não serem comuns como a religião católica ou evangélica. O desconhecido para uns pode ser considerado perigoso, sem nem mesmo conhecer o diferente, o cidadão condena o próximo por não ser igual a si, ou julga ser para quem se aproxima.  Um caso de intolerância religiosa aconteceu em Curitiba, considerada uma cidade hospedeira e de diversidades. Duas mulçumanas foram apedrejadas por decorrentes atentando ocorridos em Paris, por isso são “condenadas”, sem mesmo ter envolvimento algum com o acontecimento. Mas, por seguir a religião. Segundo o Ministério Publico esse ato é conhecido como Islamofobia.

Outro caso infeliz por discursos de ódio e pré-conceito por religião ocorreu no Município de Irati, onde uma mulher, qual não foi divulgado o nome, nem religião. Invadiu o comércio de um homem, bagunçando todo o estabelecimento e o agredindo verbalmente e fisicamente, a polícia foi chamada e os dois foram encaminhados para a delegacia.

Infelizmente, o cidadão sem mencionar etnia, região, estado ou país, é preconceituoso sem ter conhecimento, sobre religiões diferentes da qual pertence, e em muitos casos não procura o mesmo.  Esse é um dos motivos, qual nosso mundo ainda existe guerra, as pessoas não aceitam as diferenças uns dos outros e nem  as respeitam. O mundo será melhor quando o ser humana “racional”realmente se torne racional e deixe o lado egoísta e desrespeitoso e passe a aceitar o diferente. A outra religião não é imposta, é só questão de respeitar e viver em comunhão com o próximo sem querer fazer com que o outro seja igual a você, cada um com suas diferenças.

Você é intolerante?


A intolerância mata. Ela precisa acabar. Na contramão da utopia necessária, ela só vem crescendo a cada dia. A intolerância não é fruto só da internet; teve seu princípio a partir do convívio social. Consiste na não aceitação do outro. Não só de uma opinião, mas também de um diferente estilo de vida. Por mais que todos tenham dentro de si um pouco de intolerância, cabe a nós controlá-la e transformá-la em respeito. Algumas pessoas têm sorte por não ter sofrido com intolerância no dia a dia, como eu; porém, algumas perdem a vida por causa dela. É absurdo.

Pode ser por não aceitar a condição sexual de um indivíduo, sua religião, sua classe social, ou até mesmo o ponto de vista do próximo. Muitas vezes, a intolerância culmina na não aceitação da opinião do outro. São vários os exemplos, de diversas localidades. É engraçado parar para pensar e ver que a maioria desses casos acontece em grandes centros urbanos onde o choque de divergências sociais é grande.

O caso mais chocante, que acabou em morte foi o da dona de casa Fabiane Maria de Jesus, de 33 anos. Um boato gerado por uma página no Facebook levou os moradores do Guarujá, em São Paulo, à fúria. A página postou um retrato falado de uma mulher que, supostamente, matava crianças para usar em rituais de magia negra. Ao associarem o retrato à semelhança da mulher, espancaram Fabiane em frente à sua casa. Os vizinhos e o marido de Fabiane disseram que ela sofria de transtorno bipolar e que nunca fez mal a crianças. Nesse caso, duas crianças ficaram sem mãe por conta de um boato. Qual seria o poder dos cidadãos de decidir se ela era culpada ou não?

Na mesma linha de intolerância, as opiniões pessoais acabaram em agressões em Campinas, São Paulo. José Maria da Silva ia para o trabalho, de ônibus, quando sentiu alguém pegando sua carteira de dentro do bolso. Segundo ele, como o bandido não estava armado, José tentou conversar e pegar a carteira de volta. Os passageiros, ao perceberem o furto, já se acharam no direito de linchar o bandido. Provavelmente o ônibus estava cheio daquelas pessoas que dizem: “bandido bom é bandido morto”. Porém, a cobradora do ônibus tinha um pensamento contrário ao da maioria dos passageiros. Para ela, o correto seria imobilizar o ladrão e chamar a polícia. Ela disse que queria evitar a confusão, pois tinha muitas mães com crianças. Muitas pessoas desaprovaram a atitude da cobradora; mas ela disse não se importar para esse tipo de opinião. Para ela, o que importa é a integridade física dela e dos passageiros.

Todas essas manifestações consistem na divergência de opinião. Quando a intolerância ocorre por outros motivos, como, por exemplo: orientação sexual, a crítica e a discussão é sempre mais pesada. Enquanto alguns têm a mente mais aberta, outros não aceitam a liberdade do outro e parte para a agressão. Em plena Avenida Paulista, um estudante de Jornalismo, de 23 anos, sofreu um atentado. Ele foi espancado com lâmpadas fluorescentes enquanto voltava de uma lanchonete com amigos, às 6 horas da manhã. O ataque aconteceu porque os agressores acharam que Luís Alberto Betonio era homossexual. Entretanto, Luís não é. Se não fosse um segurança de uma loja próxima, Luís teria morrido.

Para amenizar a intolerância, que pode terminar em covardia, alguns ativistas procuram meios de trabalhar a aceitação de temas polêmicos na sociedade. Em Cascavel, interior do Paraná, um professor resolveu dar aula vestido de drag queen. Pasmem: a reação dos alunos foi boa! Eles trouxeram várias vezes a discussão à tona durante a aula, já que naquele dia se comemorava o dia internacional de combate à homofobia. É claro que se inserirmos esses tipos de assuntos, principalmente aos jovens, termos uma sociedade futura melhor e mais tolerante. O professor disse que nota uma aceitação maior dos alunos em relação a temas ligados à discriminação e ao preconceito. “Venho percebendo que são pequenos passos, mas a cada ano os alunos demonstram menos resistência em discutir situações nas quais eles são os ditos privilegiados – isto é, os alunos brancos compreenderem a necessidade das cotas raciais, os alunos homens entenderem o machismo em nossa sociedade e, especificamente, naquilo que trabalhei, a maioria de alunos heterossexuais se mostrarem abertos para compreender o que os homossexuais passam e como mudar essa realidade”.

Em meio aos exemplos de tragédias e da tentativa de mudança, podemos ver que é muito mais fácil lutar contra a intolerância do que continuar alimentando ela; se alimentamos, criamos uma sociedade cada vez mais desunida. O mundo sem diferença é sem graça.

O muro de opiniões


O famoso muro de Berlim permaneceu por 28 anos separando as Alemanhas Oriental e Ocidental. Além disso, dividiu opiniões em todos os lugares do mundo. No Brasil, especificamente, em São Paulo, um muro voltou a dividir opiniões. Não um, mas todos os muros da cidade.

O prefeito de São Paulo, João Dória, lançou, no dia 2 de janeiro deste ano, o Programa Cidade Linda. Junto ao projeto se iniciou uma história que está longe de ter um fim. A polêmica maior se dá ao fato de Dória ter substituído a maioria dos grafites e pichações da cidade por uma tinta de cor cinza.

Definitivamente, pichação não é arte. Nunca foi, nunca será. O único muro que um pichador tem o direito de pintar é o da própria casa, isso se ele tiver uma. Pichação não é um trabalho reconhecido, não vejo na agência do trabalho vagas para tal ocupação, ou melhor, para a desocupação.

Dória fez o certo, e tem o apoio da população de bem. A maioria dos paulistas aprovou a decisão e, realmente, estão vendo uma cidade limpa. Os pichadores reclamam da falta de diálogo vindo da parte do prefeito. Porém, com vândalos quem tem que dialogar é a polícia. Com os artistas que trabalham com grafite, sim. Os grafiteiros, esses merecem ser ouvidos, pois realmente têm o interesse em criar. Dória deve determinar um espaço onde eles possam se expressar por meio de sua arte, diferente daqueles outros que só querem destruir.

A guerra do spray está longe de ter um fim, e ela não terá um final feliz para todos. Se o problema for somente a cor cinza, ao prefeito sugiro, da próxima vez, usar uma cor lilás para decorar os muros.

Ser mulher


Estive refletindo hoje e cheguei à conclusão de que ser mulher é muito difícil. Não digo isso apenas da boca para fora, muito pelo contrário, pois eu vivencio isso todos os dias.

Ser mulher é estar sempre arrumada. Cabelo bonito, sobrancelhas feitas, unhas pintadas, depilada, maquiada, com um perfume cheiroso, uma roupa elegante ou então moderna, sapatos novos, utilizar acessórios – brincos, colar, anéis, bolsa –, e depois dessa arrumação toda, estar sempre de bom humor.

Mas calma, comecei falando apenas do “look”. Nós, mulheres, temos que ter, para seremos consideradas “bonitas”, uma barriga chapadinha, bumbum sem celulites, coxas duras, seios generosos e, de preferência, uma pele bronzeada.

Esse modelo citado agora é o que a maioria das pessoas idealizam e se esforçam para ser. Milhares de mulheres se cobram e frequentam todos os dias lugares, como: academia, salão de beleza, restaurantes fitness, clínica de estética, etc., para poderem atingir esse padrão de beleza.

Além de ter essa obrigação de sermos perfeitas externamente, temos também que ter a nossa personalidade e hábitos de acordo com o que as pessoas julgam como correto e belo. Por exemplo, ser simpática, não falar palavrão, ter postura para andar e sentar, não ser sincera com os outros – sempre disfarçando ou evitando falar aquilo que realmente quer –, saber cozinhar, limpar a casa, cuidar de crianças, ter habilidades na cama e saber agradar a todos (principalmente, os homens).

O tema do machismo enraizado na nossa sociedade já está sendo mais discutido pelas pessoas. Mas, ao mesmo tempo, que os jovens de hoje conversam sobre o assunto, esses mesmos jovens tem, por muitas vezes, atitudes machistas, que de alguma forma prejudica a mulher ou a sua imagem perante os outros.

Sair na balada é quase que um desafio. Não pode beber demais, é feio. Não posso dançar livremente, não é agradável. Não é de boa moral ficar com alguém que você está afim, porque menina de família não faz isso. Pegar carona com um homem? Deus me livre! Vão pensar que você é uma mundana. Sexo então? Nem fale sobre isso, vão achar que você é experiente nesse assunto, ou seja, puta.

As exigências e proibições que caem perante a mulher são inúmeras, que faz com que nos obriguemos a segui-las, para não acabamos com a nossa reputação. Aí, sempre tem alguém fazendo piadinhas de que “ser mulher é fácil”. E eu lhe pergunto, é mesmo?

Não se preocupe com quem o outro ama



Nesta quarta-feira, dia 17 de maio, foi o dia internacional contra a Homofobia. A data começou a ser comemorada nos anos 90 quando, para ser mais exata no dia 17 de março de 1990, quando a homossexualidade foi excluída da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID) da Organização Mundial da Saúde (OMS).

No Brasil a data se tornou oficial em 04 de junho de 2010, quando o presidente da época a instituiu como Dia Nacional Contra a Homofobia. Falando em Brasil, vamos lembrar que todos os anos em São Paulo, acontece a maior Parada Gay do mundo. Mas, nem por isso que quase 120 pessoas morreram por conta de ataques homofóbicos. Outro dado que vale lembrar é que o Brasil é primeiro país em número de assassinatos por homofobia no mundo.

Mas vamos sair um pouco do Brasil e saber como foi essa data em outros países. Na Indonésia, por exemplo, um casal homossexual foi condenado a 85 chibatadas, agora me explique. Por quê? Estamos na retrocedendo e voltando para a época da escravidão? É realmente necessário pessoas serem torturadas, sim, torturadas, apenas por escolherem amar e ser feliz? A resposta é não, se fosse assim, deveríamos chicotear político ladrão, o que eles fazem é errado, já amar não.

Voltando ao Brasil, lembram que disse que é o país com maior número de assassinatos no mundo, agora pense nas inúmeras tentativas que acontecem! Em Curitiba, na última terça-feira, 16, um vendedor sofreu um ataque com ácido. O homem homossexual teve queimaduras de primeiro, segundo e terceiro grau pelo corpo.

A intolerância é tamanha que as pessoas acabam pagando com a dor e também com a vida. Vamos lembrar que a homossexualidade já existe a milhões de anos na sociedade. Na Grécia antiga homens mantinham relações com outros homens, principalmente no período menstrual das mulheres, pois estas eram consideradas sujas. Hoje a sujeira é outra. Mas as pessoas preferem se preocupar com quem o outro ama, do que com o dinheiro que está sendo roubado, bem de baixo dos nossos olhos.