quarta-feira, 5 de julho de 2017

Não consigo acreditar


Estou intensamente perplexo e sem entender o que acontece com o futebol brasileiro. Virou uma máfia, mercado de quem paga mais para ter um título ou outro. A derrota do Grêmio para o Corinthians nesta primeira fase do Campeonato Brasileiro 2017 não tem lógica alguma. O tricolor gaúcho jogava dentro de casa, o Corinthians atravessou o sul do país para ser recebido pelo time gaúcho. estávamos esperando um jogo majestoso por parte do Grêmio, já que um único ponto o separava do líder. E o líder, o “ponta da tabela”, estava ali, em suas mãos, teve pênalti e tudo, estádio lotado, torcida contagiando, empurrando o time pra cima. Não adiantou nada, uma vergonha para um gremista apaixonado como eu. A equipe gremista é excepcional, joga como nenhuma outra joga atualmente, prova disso, é sua campanha pré e pós a esse jogo. O que aconteceu então? Para mim é obvio, não foi o grêmio quem pagou mais.

O santo bateu até demais

Era bom demais para ser verdade. O último dos soldados foi atingido. Confesso, acho que dessa vez não tem volta, me apaixonei.
Essa garota é realmente única, ao menos nunca tinha visto uma assim, parece que eu a desenhei, não pode ser coincidência, ela é tudo que um dia eu desejei: morena, 1 e 60 poucos de altura, bonita? Acho que sim, eu nem me importava mais, preferia o all star ao salto, rockeira e ainda canta e o mais surpreendente, gosta de futebol e videogame, ah esqueci, ela ainda sabe dançar, eu realmente fiquei em choque depois de descobrir tudo isso nela.

É claro que o velho coração latejou diferente, sei lá, dizem que a paixão nos cega, eu fui saber só quando me dei conta que não enxergava outra coisa a não ser ela. Os dias foram passando, a cada minuto aquele sentimento crescia mais e mais, até que eu descobri que a gente combinava até mais do que deveria. Ela também gostava de meninas.

Diversidade: produtos de beleza, por favor, me representem

O mundo da beleza está em alta e a cada ano novas tecnologias são investidas em cosméticos “milagrosos”. O que chama a atenção é a falta da variedade nas mercadorias oferecidas. Cada mulher tem sua particularidade, aquele detalhe que a faz diferente de todas as outras. Mas será que todos esses produtos são desenvolvidos para todas elas? Todas tem o mesmo tipo de cabelo? Mesmo tipo e tom de pele?
Por vários anos, as mulheres usavam apenas o que o mercado oferecia, isso quando tinha. Antigamente, o produto era apenas um hidratante, mas era difícil esconder ou disfarçar as mãos calejadas do trabalho diário. As mais idosas provavelmente nem sabiam sobre os produtos, mas hoje a gama de cosméticos simplesmente ampliou. Com o passar do tempo muita coisa mudou, os produtos foram renovados e um novo conjunto foi ofertado ao mercado.
É percebível que a linha voltada para a maquiagem favorece mulheres de até 40 anos, mas somente essas mulheres precisam se cuidar? E as de 50, já estão fora do “padrão”? Padrão esse que implica há anos, mas poucas se reconhecem nessas referências. A questão é será que todas as mulheres serão lembradas na hora de lançar outro cosmético no mercado? A negra, a branca, a parda, a ruiva... A diversidade é a nossa marca, e por que não a dos produtos?

            Acredito muito na beleza natural, mas um pouco de cuidado nunca é de mais, além de elevar a autoestima é uma forma de evidenciar a feminidade. A invisibilidade da diversidade das mulheres prejudica não apenas o mercado, mas fere aquela que não se sente representada nos xampus, cremes, tons de base, entre outros milhares produtos.

Saudades do Orkut

Eu não sou assim tão saudosista, sou daqueles que pensam mais no futuro do que no passado, mas se tratando das tais redes sociais não tem como não sentir saudades do Orkut.
Para mim, o Orkut sempre será a melhor rede social da história do mundo! Hoje as redes sociais estão cheias de confronto de egos. As pessoas postam fotos, notícias repletas de inverdades, tudo pelas curtidas ou seguidores; fotos que se dissolvem em dez segundos e nunca mais serão vistas.
O Orkut teve seu auge entre 2005 e 2011, chegando a ter 29 milhões de usuários no Brasil. Eu era um daqueles que se recusava a usar o Facebook, simplesmente porque sentia que não precisava daquilo, que o Orkut era realmente melhor. Porém, pela sensação de estar ali sozinho, sendo que todos os meus amigos já tinham se migrado para o “face”, fui convencido a mudar de plataforma, mas durante alguns meses eu ainda loguei no Orkut pra ver se alguém tinha deixado algum scrap.
Scrap, sorte do dia, depoimentos, comunidades, Buddy Poke e tantas outras funções. Se você era jovem demais entre os anos do auge do Orkut, essas palavras podem não trazer um impacto para você, mas para nós – a geração dos 2000 - essas coisas que parecem tão bobas faziam nossa alegria. O diferencial que o Orkut tinha para mim é justamente isso: a maioria estava ali só pela zoeira, pela alegria.
Acordar e ter a “Sorte do Dia” para ler. O Orkut era conselheiro, recebíamos diariamente mensagens inspiradoras do tipo “Quer ser amado, seja amável”; os textões do “face” os quais hoje sou adepto, mas que são criticados pela maioria dos usuários, no Orkut eram muitos cobiçados e aguardados, seja de parentes, amigos, paqueras. Contudo, era um sistema que falhava. Às vezes o usuário mandava um segredo via depoimento e por engano (ou não) era aceito e aquilo acabava se tornando público.
O Orkut também entregava as “Stalkeadas”; caso você visitasse um perfil a pessoa saberia inclusive a contagem de visitas da semana. Alguns iam tirar satisfação, “Me visita e não me adiciona”, “Me adiciona e não deixa scrap”. Scraps eram recados públicos, ficava lá para todo mundo ver. Uns preferiam deixar a contagem para mostrar a popularidade, outros não tão populares mantinham a caixa de recados vazia.
Durante o período do auge, o Orkut revolucionou o mundo ao criar o Buddy Puke. Um aplicativo com gráficos estranhos que permitia aos usuários a criação de um personagem que em tese era para seu o “avatar”. A melhor parte era a interação com outros amigos, coisas como: dar abraços de urso, rosas, cutucar e até dar beijos. Logicamente polêmicas não faltavam.
Eu não acordava cedo por nada nessa vida, o Orkut me faz mudar isso para evitar furtos na Colheita Feliz.  A Colheita Feliz foi um simulador de fazenda em tempo real. O jogo permitia que os membros do Orkut cuidassem de uma fazenda virtual. Plantar, cultivar, além de criar animais. Passávamos horas plantando, colhendo e também roubando nossos amiguinhos.
E por fim, não poderia deixar de falar no que para mim era maior atrativo do Orkut, e o que me causa esse sentimento nostálgico as comunidades do Orkut. Tinha de tudo ali, tudo mesmo! Quem não se lembra das páginas “Eu Odeio Acordar Cedo” ou “Tocava Campainha e Corria”? Era o lugar para trocar ideias e conhecer gente nova, as páginas mostravam como a gente era. Elas ficavam explicitas, todas elas, a gente não ligava e a maioria não fazia nenhum sentido. No entanto, parte do legado do Orkut permanece online: o Google mantém no ar o acervo das comunidades da rede social, caso você queira matar essa saudade.
Infelizmente, o Orkut chegou ao fim. Em 30 de setembro de 2014, o homem que criou e deu o próprio nome a rede social Orkut Büyükkökten anunciou a extinção. Na época o Brasil chegou a reunir 88 mil assinaturas em um abaixo-assinado para que a decisão fosse revogada, mas isso não aconteceu. O Orkut deu seu último suspiro em uma tarde de terça feira.

A nós fica a nostalgia de lembrar tantas alegrias que vivemos naqueles dias. Nós crescemos e a tecnologia dia após dia nos proporciona novas coisas, uma avalanche de novidades a todo instantes, mas no fundo os “Orkuteiros” queriam mesmo era voltar no tempo e viver num mundo sem tantas hashtags. Saudades Orkut!

Violência: não tenho mais paciência

É fato que vivemos em uma sociedade violenta, inúmeros casos de mortes, assassinatos e vítimas baleadas estão estampadas em diversas capas de jornais. O pior é saber que isso não tem dia para acabar.
Recentemente, um caso chamou atenção do país inteiro, uma mulher nos últimos dias de gravidez foi atingida na barriga por um disparo de arma de fogo, o projétil chegou a ferir o bebê que continua em estado grave.
            Essa guerra entre facções afeta muito mais que as gangues. Moradores se escondem dentro de casa em meio ao tiroteio, professoras abraçam alunos tentando acalmá-los. E, além disso, até mesmo dentro de hospitais, vítimas são atingidas. Isso não acontece só no Rio de Janeiro, pode estar muito mais perto do que imaginamos.
                Mas a violência não se resume a isso, a brutalidade que uma mulher é espancada dentro de casa, estuprada e ferida, também fazem parte da porcentagem que cresce a cada dia. É difícil saber que nem sempre isso é denunciado.

A Polícia Militar tem um espaço reservado para denúncias anônimas, mas quando o serviço é utilizado nem sempre recebem a devida atenção que precisavam. Já vi centenas de mulheres que procuraram ajuda e foram mortas por conta da falta de sensibilidade com que os casos são tratados. Até quando? Justiça? Onde? Aqui no Brasil? Atá!

O Reencontro

Nem acredito que te encontrareis...
Sabe?... Eu já tinha perdido as esperanças em ter você comigo. Mais de seis anos sonhando com você, sonhando em sair contigo, ir às lojas, comprar presentes, ser feliz...
Tudo isso porque a minha felicidade vem de você!
Quando a conheci não fazia ideia da falta que você faria, afinal, isto eu só percebia mês a mês.
O sentimento foi crescendo, com juros e correções. Bastaram apenas dois anos e eu não me via mais sem você. Comecei a fazer planos, pensar em férias, quem sabe comprar um carro. Antes de você eu não pensava nessas coisas, mas você estava me fazendo planejar a vida de outra forma.
Mas o mundo dá voltas... brigas - as vezes - são inevitáveis.
Não houve traição, talvez tenha sido o desgaste pelo tempo, eu juro que tentei lhe trazer comigo. Juro que tentei fazer tudo pra fugir com você, mas não deu.
Como diz o ditado “A vida é uma caixinha de surpresas”, eu sinceramente tinha perdido as esperanças em te ter, ver-te, sentir-te, usar-te.
Já tinha se passado dois anos quando recebi a notícia que pela internet que poderíamos nos encontrar. E aconteceu, agora conto os dias pra ter você em meus braços. Sei que será pouco tempo, mas você vai consertar tantas coisas.
Agora finalmente vamos tem um final feliz.

FGTS inativo, como você falta aqui. Você não tem ideia, chegue logo, porque quero e preciso lhe usar.

A falta de controle traz graves consequências

Atualmente, estamos em uma fase onde tudo se faz em torno da tecnologia. É quase impossível passar um dia desconectado. Isso já não é mais uma prática apenas de jovens, as crianças e os idosos já estão craques com tanta novidade.
Novos meios de comunicação surgem no decorrer do tempo e, cada dia, eles vão se adaptando e se renovando. Hoje, o “ao vivo” já não é exclusividade da televisão, podemos ver isso nas redes sociais. Mas, a tecnologia tem dois lados e é hora de falar deles.
O lado positivo de tudo isso é a facilidade com que podemos resolver assuntos importantes, basta mandar um e-mail, uma mensagem e pronto, resolvido! Além de nos proporcionar umas horinhas de diversão. Mas o lado negativo do assunto é o mal que isso pode causar nas vidas das pessoas. Por exemplo, é percebível o agravamento dos casos de ansiedade e depressão. A tecnologia pode ser um fator importante nessa questão.
A dependência das redes sociais pode aumentar o nível de ansiedade. No futuro pode provocar algo mais grave como a depressão e até síndrome do pânico. E com isso, pode trazer a consequência do afastamento das pessoas e até mesmo o isolamento, pelo fato de se sentirem mais à vontade na vida virtual.

Será que existe controle? Quando isso tudo passa dos limites, causam sintomas como estresse e desespero. O uso excessivo do celular pode trazer malefícios para a vida profissional também, mas para alguns o fato de estar conectado o tempo todo acaba sendo uma “fuga” dos problemas da vida real.