quarta-feira, 5 de julho de 2017

Inclusão, igualdade, respeito e cidadania

Milhares de brasileiros possuem algum tipo de deficiência, muitos destes sofrem, constantemente, com a exclusão e o preconceito nas escolas, na comunidade e no mercado de trabalho. Promover a inclusão é um fato essencial e urgente no país e para que alcancemos o cenário ideal de igualdade e respeito, passos importantes precisam ser dados, afim de erradicar a marginalização de portadores de deficiência.
A inclusão é um tema que divide opiniões, alguns defendem a inclusão em todos os setores da sociedade, enquanto outros entendem que, por vezes, os processos de “inclusão” dão margem para o bullying entre outros tipos de violência. As escolas com políticas inclusivas são a melhor forma de erradicar o preconceito e a exclusão. As novas gerações precisam conviver e crescer com pessoas com deficiência para entender que ser diferente é normal e que a união e o respeito são bases fundamentais para uma sociedade justa e promissora.
Porém, não basta “tapar o sol com a peneira” e simplesmente matricular alunos com deficiência no ensino regular. Tal atitude apenas complicaria a situação. Uma escola despreparada ao invés de promover o crescimento e a integração entre os alunos poderia facilitar a violência física e psicológica dos alunos com alguma deficiência além de atrasar seu progresso. A estrutura da escola, o corpo docente e toda a equipe escolar devem ser adaptados para receber alunos com necessidades especiais para que esse aluno seja respeitado e tenha a mesma oportunidade de ensino que qualquer outro aluno.
A falta de conhecimento de grande parte da sociedade faz com que a deficiência seja vista como um peso ou um problema. Pessoas surdas, cegas com deficiências físicas ou mentais, por vezes, são tratadas como incapazes. Mas em realidade o que deve ser levado em consideração são os grandiosos exemplos de superação, a forma linda com que as pessoas vencem suas limitações e seguem suas vidas de forma admirável.

É necessário alterar a visão social, promover a inclusão escolar de forma organizada e eficiente, acatar a legislação vigente que garante a todo cidadão direto a princípios básicos tais como saúde, segurança e educação. Investir em programas sociais e fazer uso da mídia da cibercultura e das novas tecnologias. Pois a sociedade deve compreender que ser diferente é normal e que todos nós temos características próprias, portanto cada um merece respeito seja qual for sua necessidade ou particularidade. Os portadores de deficiência são cidadãos produtivos, participantes e com direitos e deveres tais como todos os outros. Portanto, defender e promover a inclusão social é exercer sua cidadania.

Metodologia de ensino fracassada


Desde a infância frequentamos a escola, e após o término da quarta série ingressamos no colégio, que nos promove uma bela formatura no terceiro ano do Ensino Médio, para então seguirmos na vida adulta.

Já está sendo quase obrigatório, nos dias atuais, ter uma faculdade no currículo. Independente da idade, a maioria das pessoas passa por essas instituições, a procura de maior conhecimento e especialização em determinadas áreas.

Porém, formar-se na faculdade se tornou cada vez mais difícil, pois conciliar trabalho, casa, família e lazer com os estudos não é fácil. Faculdade não é igual o colégio, que pode ser levado de “qualquer jeito”, deve-se ter dedicação para aprender e ser um bom profissional.

A questão que mais me intriga é: porque temos professores que não cumprem com o seu papel de educar, mas exigem muito de seus alunos? Creio que não só eu, mas várias pessoas, já passaram por esse tipo de profissional da educação.

Não falo de todos os professores em geral, pois em sua maioria cumprem com o papel de ensinar, explicar e cobrar o que deve ser cobrado – o que o aluno é capaz de fazer, dando o seu melhor. Mas, sempre tem aquele professor que só quer “ferrar” com o estudante, que não passa o aluno de ano por “birra”, não vendo o esforço e capacidade do mesmo.


O nosso ensino já está falido há muito tempo, alunos procuram apenas por “notas”, pois é isso que alguns professores querem, não se importando com o conhecimento adquirido. Falo tudo isso com imensa tristeza, porque ao invés de formarmos pessoas com capacidades e habilidades distintas, estamos apenas formando robôs com uma nota estampada na testa.

Fake News: Uma pandemia que assombra a democracia

As falsas notícias geram impacto muito negativo na formação de opiniões e na manutenção da democracia. Neste sistema governamental o cidadão é
livre para expressar ideais e da mesma forma tem acesso fácil às opiniões alheias. Entretanto, é valido lembrar que quando se fala de notícia esta deve se originar de um fato ou acontecimento verídico e deve ser construída com o depoimento de fontes confiáveis além de sempre dar voz aos diferentes lados envolvidos no fato que tal notícia relata.
Porém no mundo globalizado e acelerado em que vivemos os comentários e as informações circulam rápido demais e nem todos são capazes de avaliar de forma crítica os conteúdos a que tem acesso. Logo, o velho ditado popular faz-se real e “uma mentira dita muitas vezes vira verdade”.
É principalmente na internet que as falsas notícias circulam,e no mundo dos hiperlinks poucos são os que se dão conta da importância de verificar as fontes e ler de forma crítica são confiáveis. Nas redes sociais é comum ver milhões de compartilhamentos de inverdades advindas de algum blog fake que espalha sensacionalismo na web a caça do dinheiro virtual – os cliques. O pior ponto das notícias falsas espalhadas é exatamente o fato de milhões de pessoas acreditarem compartilharem e tomarem as mentiras como verdades.
É muito fácil difundir desinformações na web conforme afirma o físico britânico Beners-Lee, uma vez que é “impossível de monitorar tudo” e isso prejudica a democracia, pois em um cenário ideal todos teriam o mesmo poder na web, porém a realidade é muito distinta. Especialmente pela imatura e falha fiscalização qualquer pessoa pode espalhar injurias inventar um fato e divulgar inverdades, difamar, usar de uma verdade aliada a mentiras para atingir algo ou alguém, e para responsabilizar os envolvidos ou frear as consequências das Fake News ainda não inventaram uma solução.
Desta forma, quando pensamos no cenário politico, por exemplo, tais estratégias ocorrem o tempo todo, boatos e notícias plantadas já modificaram o desenrolar de campanhas políticas nos EUA e tem aumentado o caos instaurado no cenário político brasileiro. Em um país em que pouco se lê e muito se aliena infelizmente a injuria vira notícia e a difamação vira argumento.

É utopia, mas não custa dizer que se a população fosse devidamente educada e a ponto de conseguir realizar uma leitura crítica não só das notícias mas do mundo como um todo tais artifícios não funcionariam. Só com uma boa educação os cidadãos podem ser mais críticos e seletivos quanto à no que acreditar e então as Fake News não terão tanto poder. 

A espera do seu encontro


Durante muito tempo, vivi me mudando de cidade para cidade, uma pior que a outra. Alguns amigos deixei por aí, tive amores, lágrimas e sorrisos, porém, me pergunto, às vezes: onde é o meu lugar?
Atualmente, já não tenho tanta pressa em buscar um lugar que me complete e me satisfaça. Descobri que a plenitude vem partir das pequenas coisas. São gestos, atitudes simples, pessoas do dia a dia que me fazem perceber o quão importante é viver de forma simples, sem esperar muito pelo que o futuro tem para mim.
O apartamento que aluguei há quatro meses em um condomínio próximo do centro é pacato, de gente como a gente, que está na correria dia sim, no outro também, buscando se satisfazer assim com eu tentei por muitos anos. Do 6º andar olho pela janela e passo por vielas e avenidas que nunca me havia deparado, sem saber ao certo o que procuro.

Até encontrar por acaso o que realmente preciso para me fazer um ser completo, tentando me perguntar se haverá, de fato, um lugar dos sonhos, onde viverei os meus dias até o fim deles. Talvez quando encontrar, eu tenha um nome, um endereço, um mapa ou qualquer coisa que me faça respirar como nunca antes, imaginando o dia que poderei em fim, viver ao seu lado meu amor.

Não consigo acreditar


Estou intensamente perplexo e sem entender o que acontece com o futebol brasileiro. Virou uma máfia, mercado de quem paga mais para ter um título ou outro. A derrota do Grêmio para o Corinthians nesta primeira fase do Campeonato Brasileiro 2017 não tem lógica alguma. O tricolor gaúcho jogava dentro de casa, o Corinthians atravessou o sul do país para ser recebido pelo time gaúcho. estávamos esperando um jogo majestoso por parte do Grêmio, já que um único ponto o separava do líder. E o líder, o “ponta da tabela”, estava ali, em suas mãos, teve pênalti e tudo, estádio lotado, torcida contagiando, empurrando o time pra cima. Não adiantou nada, uma vergonha para um gremista apaixonado como eu. A equipe gremista é excepcional, joga como nenhuma outra joga atualmente, prova disso, é sua campanha pré e pós a esse jogo. O que aconteceu então? Para mim é obvio, não foi o grêmio quem pagou mais.

O santo bateu até demais

Era bom demais para ser verdade. O último dos soldados foi atingido. Confesso, acho que dessa vez não tem volta, me apaixonei.
Essa garota é realmente única, ao menos nunca tinha visto uma assim, parece que eu a desenhei, não pode ser coincidência, ela é tudo que um dia eu desejei: morena, 1 e 60 poucos de altura, bonita? Acho que sim, eu nem me importava mais, preferia o all star ao salto, rockeira e ainda canta e o mais surpreendente, gosta de futebol e videogame, ah esqueci, ela ainda sabe dançar, eu realmente fiquei em choque depois de descobrir tudo isso nela.

É claro que o velho coração latejou diferente, sei lá, dizem que a paixão nos cega, eu fui saber só quando me dei conta que não enxergava outra coisa a não ser ela. Os dias foram passando, a cada minuto aquele sentimento crescia mais e mais, até que eu descobri que a gente combinava até mais do que deveria. Ela também gostava de meninas.

Diversidade: produtos de beleza, por favor, me representem

O mundo da beleza está em alta e a cada ano novas tecnologias são investidas em cosméticos “milagrosos”. O que chama a atenção é a falta da variedade nas mercadorias oferecidas. Cada mulher tem sua particularidade, aquele detalhe que a faz diferente de todas as outras. Mas será que todos esses produtos são desenvolvidos para todas elas? Todas tem o mesmo tipo de cabelo? Mesmo tipo e tom de pele?
Por vários anos, as mulheres usavam apenas o que o mercado oferecia, isso quando tinha. Antigamente, o produto era apenas um hidratante, mas era difícil esconder ou disfarçar as mãos calejadas do trabalho diário. As mais idosas provavelmente nem sabiam sobre os produtos, mas hoje a gama de cosméticos simplesmente ampliou. Com o passar do tempo muita coisa mudou, os produtos foram renovados e um novo conjunto foi ofertado ao mercado.
É percebível que a linha voltada para a maquiagem favorece mulheres de até 40 anos, mas somente essas mulheres precisam se cuidar? E as de 50, já estão fora do “padrão”? Padrão esse que implica há anos, mas poucas se reconhecem nessas referências. A questão é será que todas as mulheres serão lembradas na hora de lançar outro cosmético no mercado? A negra, a branca, a parda, a ruiva... A diversidade é a nossa marca, e por que não a dos produtos?

            Acredito muito na beleza natural, mas um pouco de cuidado nunca é de mais, além de elevar a autoestima é uma forma de evidenciar a feminidade. A invisibilidade da diversidade das mulheres prejudica não apenas o mercado, mas fere aquela que não se sente representada nos xampus, cremes, tons de base, entre outros milhares produtos.